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Preço do suíno segue pressionado pela menor demanda

O menor preço, no dia 24, foi observado no Rio Grande do Sul, com o produto sendo cotado a R$ 3,37

Moacir Neto

O ano começou com cenário de incerteza para suinocultores. Nos últimos dias, as cotações de todos os produtos suínos despencaram, pressionadas pela menor demanda. O cenário se arrasta desde o mês de dezembro do ano passado. O ritmo lento nos embarques também puxou para baixo o otimismo. Na quarta-feira, 24, o quilo foi cotado a R$ 3,95, em Minas Gerais, e a R$ 3,50, no Paraná.

O menor preço, no mesmo dia, foi observado no Rio Grande do Sul, com o produto sendo cotado a R$ 3,37. Os números são do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da Escola Superior de  Agricultura Luiz de Queiroz/Universidade de São Paulo (Cepea/Esalq/USP).

No atacado da Grande São Paulo, entre 17 e 24 de janeiro, a carcaça comum se desvalorizou 4,3%, passando a R$ 5,51 o quilo, na quarta-feira, 24. A carcaça especial, na mesma região, passou para R$ 5,86, o quilo, no dia 24, queda de 3,1%. Quanto aos cortes, os preços também recuaram no estado paulista. O lombo, que vinha sendo negociado a patamares altos, devido ao maior consumo no final do ano, foi o produto mais desvalorizado, 3,9% em sete dias, a R$ 10,08, o quilo, também na quarta.

Portal Revista Safra, com informações do Cepea/USP

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