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Leite orgânico cresce 25% ao ano

A parceria dos poderes públicos de 24 cidades do extremo Oeste catarinense tem possibilitado os avanços na produção local

Moacir Neto

Vendido a preços bem mais atrativos que o convencional, o leite orgânico tem potencial de crescimento de 25% ao ano. Desde 2009, os índices aumentam, o que representa boas chances aos produtores. Em Santa Catarina, isso já é realidade. Lá, o Leite Orgânico é um dos projetos que integram o Programa de Desenvolvimento Econômico e Territorial (DET) promovido pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/SC).

A parceria dos poderes públicos de 24 cidades do extremo Oeste catarinense tem possibilitado os avanços. Implementada há três anos, a iniciativa apresenta importantes resultados. O projeto atende produtores que recebem apoio de técnicos de extensão, pequenas cooperativas, sindicatos e organizações não governamentais, visando um modelo sustentável de produção.

O projeto para o desenvolvimento do Leite Orgânico também conta com a parceria da Associação dos Municípios do Extremo Oeste (Ameosc) e outras entidades e instituições. E, para atrair a atenção dos produtores, o sistema adota baixos investimentos, além do uso racional de produtos externos e ênfase na produção à base de pasto perene.

Famílias e organizações se preparam para comercializar o leite orgânico produzido. Atualmente, o primeiro queijo orgânico de Santa Catarina já é comercializado. “Somente no projeto da cooperativa local foram atendidas 600 propriedades rurais de 12 cooperativas distribuídas em diversos municípios da região”, observou o presidente da Cooperativa Central, Moacir Bernardi.

Portal Revista Safra, com informações da MB Comunicação e Fundação Roge

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