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Demanda em baixa pressiona preço do suíno

Nesta segunda quinzena de janeiro, na região de SP-5, que agrega os municípios de Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba, o preço do animal vivo recuou 4,4%, de 10 a 17 de janeiro, passando a R$ 3,83, o quilo, na quarta-feira, 17

Moacir Neto

Com menor demanda, os valores dos principais produtos suinícolas estão em queda. Apenas em Minas Gerais é registrado melhor preço, recebido pelo produtor, com o produto sendo comercializado a R$ 4,02, o quilo, no valor à vista. Valor mínimo é de R$ 3,88 e o máximo, R$ 4,20 (com variação negativa mensal de 0,50%).

Em Santa Catarina foi observado o menor preço, nos dias 16 e 17, com o quilo cotado a R$ 3,41. As informações são do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz/Universidade de São Paulo (Cepea/Esalq/USP).

Nesta segunda quinzena de janeiro, na região de SP-5, que agrega os municípios de Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba, o preço do animal vivo recuou 4,4%, de 10 a 17 de janeiro, passando a R$ 3,83, o quilo, na quarta-feira, 17.

A carcaça especial foi cotada a R$ 6,05, o quilo, na Grande São Paulo ontem, 17, recuo de expressivos 3,6% frente ao dia 10. Além da fraca demanda interna, a retração também ocorre nas compras internacionais. A média de embarques diários de carne suína in natura em janeiro, de 1,9 mil toneladas, está 14% abaixo da de dezembro de 2017, de 2,2 mil toneladas, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Portal Revista Safra, com informações do Cepea/USP

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