Divulgação/MDIC

Até novembro, exportações goianas atingem US$ 6,4 bilhões

Goiás vendeu lá fora 285 diferentes produtos para 104 países e importou 1312, de 69 países. Carnes ficou em primeiro lugar no ranking, com US$ 115,4 milhões

O complexo carnes representou, até o mês de novembro do ano passado, 21,53% do total de bens exportados por Goiás, alcançando o primeiro lugar no ranking. Os produtos  ajudaram a compor o saldo da balança comercial goiana, cujo superávit no mês foi de US$ 273 milhões, o melhor resultado para o mês em uma década. A previsão da Secretaria de Desenvolvimento (SED) era fechar o ano em US$ 7 bilhões. Até novembro, a soma atingiu US$ 6,4 bilhões.

Na comparação com o ano anterior, as exportações tiveram um crescimento de 75,31%. Novembro foi o 47º mês consecutivo de superávit na balança comercial de Goiás. As exportações totais atingiram, naquele mês, o valor de US$ 536,4 milhões, com ligeiro decréscimo de 7,61%, tendo como referência o mês de outubro. As importações totalizaram US$ 262 milhões (aumento de 8,25% em relação a novembro de 2016).

Em novembro do ano passado, Goiás vendeu lá fora 285 diferentes produtos para 104 países e importou 1312, de 69 países. Carnes ficou em primeiro lugar no ranking (com US$ 115,4 milhões). Em segundo lugar, Complexo de Soja representou 18,47%, seguido por Complexo de Milho (12,63%). A boa safra de grãos deve puxar para cima os dados da balança em janeiro.

Animado com os números nacionais, o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Marcos Pereira (foto), destacou, no início de janeiro, o saldo comercial recorde atingido pelo Brasil, de US$ 67 bilhões. Também, segundo ele, houve aumento das exportações brasileiras depois de cinco anos e das importações, em três anos. As vendas externas do país totalizaram US$ 217,746 bilhões, em 2017. Sobre 2016, foi registrado crescimento de 18,5%, pela média diária.

A corrente de comércio em 2017 alcançou US$ 368,491 bilhões, representando aumento de 15,1% sobre o ano anterior (US$ 322,787 bilhões). Em relação ao saldo comercial (US$ 67 bilhões) foi 40,5% superior ao alcançado em igual período de 2016 (US$ 47,683 bilhões). “O superávit recorde em 2017 se deve ao aumento das exportações e das importações durante o ano. Importante destacar esse desempenho porque o saldo aferido em 2016 foi resultado de uma queda nas importações de 20% e também das exportações de 3,5%, em relação a 2015. Agora temos uma retomada real da economia e sobretudo no comércio exterior brasileiro”, diz o ministro, por meio de assessoria.

Portal Revista Safra, com informações do MDIC e SED

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